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Como colecionar

Apresentação

A filatelia tem à sua disposição o serviço plano de assinatura que lhe permite, através de uma conta-corrente, colecionar comodamente todo o tipo de material filatélico emitido ao longo do ano. Terá à sua disposição, para qualquer tipo de informação ou esclarecimento, uma gestora de conta que poderá contactar através dos nossos serviços de apoio ao cliente. Receberá informação regular sobre novas emissões e produtos a serem lançados. Este serviço garante o envio prioritário das peças filatélicas e a sua reserva até 3 meses, sendo as despesas de atendimento e envio gratuitas aos nossos clientes de plano.

Caraterísticas

Condições de Assinatura

De forma a garantir o fornecimento dos produtos em plano é necessário que a sua conta-corrente disponha de fundos suficientes, 30 dias antes da saída de cada emissão receberá uma nota informativa com o valor respetivo dos produtos em plano de assinatura. O reforço da sua conta poderá ser efetuado em qualquer Estação de Correio - reforço imediato na conta.
- Através de cheque à ordem dos CTT, traçado e remetido para:
Direção de Filatelia - Av. D. João II Lt. 1.12.03 1999-001 LISBOA
- Através do Cartão VISA ou MASTERCARD desde que nos indique o número, validade e o código de segurança do cartão (no verso do Visa encontra-se um grupo de sete algarismos, que corresponde aos quatro últimos do nº do Visa e os outros três são o código de segurança que a Unicre nos exige para fazer os débitos ao seu cartão).
As alterações de endereço ou plano de assinatura, deverão ser comunicadas com 30 dias de antecedência, sendo que os CTT não poderão responsabilizar-se pelos prejuízos resultantes. As eventuais reclamações devem ser apresentadas no prazo de 15 dias após a receção do material filatélico.

 

Produtos que podem ser considerados em Plano de Assinatura

Série Completa
Quadra
Série Estrangeira (emissão conjunta)
Correio Azul
Série Corporate
Quadra Corporate
Folha
Folha Corporate
Etiquetas de Máquinas de Franquiar
Série em Folha Especial - FLE
Bloco Especial - BE
Folha Miniatura - FLM
Sobrescrito 1º Dia com Série Completa e Carimbo - FDC
Sobrescrito 1º Dia com Bloco Especial e Carimbo - FDCB
Sobrescrito 1º Dia com Folha Miniatura e Carimbo - FDCF
Sobrescrito Moeda - FDCM
Pagela Anunciadora da Emissão - PG
Pagela Anunciadora da Emissão com Série Completa - PGS
Pagela Anunciadora da Emissão com Bloco Especial - PGB
Pagela Anunciadora da Emissão com Série Completa e Bloco Especial - PGSB
Coleção Anual de Pagelas Anunciadora - PGA
Inteiro Postal - IP
Conjunto de Bilhetes Postais Simples - BP
Conjunto de Bilhetes Postais Máximos - BPM
Booklet (carteira com selos) - BK
Carteiras Anuais Tipo 1 - CRT T1
Carteiras Anuais Tipo 2 - CRT T2
Carteiras Temáticas
Folhas Anuais para Álbum - FLA
Folhas Anuais para Álbum com Selos
Folhas Anuais para Álbum com Selos e Etiquetas
Álbum com Sobrescritos 1º Dia
Álbum com Bilhetes Postais Máximos
Álbum com Selos
Álbum com Selos e Etiquetas
Livros Temáticos de Coleção - LVT
O Meu Álbum de Selos
Portugal em Selos - LVA
Agenda

Saiba mais através do Glossário

Faça a sua subscrição preenchendo o Plano de Assinatura e envie para:

Filatelia

Av. D. João II Lt. 1.12.03

1999 - 001 LISBOA

 
 
Se preferir pode realizar o pedido através da aplicação subscrição plano de assinatura
 
Algumas dicas para organizar a sua coleção

Já conhece os nossos produtos.
Pode começar a pensar como organizar a sua coleção.
Muitos filatelistas organizam a sua coleção de acordo com o seu gosto pessoal.
As coleções podem ser organizadas por temas em classificadores ou álbuns adquiridos em comerciantes filatélicos. 
Existem colecionadores que organizam a sua coleção de acordo com o ano, compilando todos os artigos de cada emissão, em folhas de sua autoria, em classificadores, etc.
Os CTT criaram um álbum para selos e folhas com acetatos onde o filatelista pode colocar os selos, etiquetas, blocos, folhas miniatura e booklets emitidos ao longo do ano.

Alguns truques úteis que certamente o vão ajudar

Como limpar selos ?

Basta esfregá-los ligeiramente com uma escova macia, limpa, ou com um pedaço de algodão embebido em água de sabão. Depois, lavam-se em água fria e põem-se a secar.

 

Como tirar manchas de óleo ou de gordura dos selos ?

Lava-se o selo com uma flanela embebida em terebentina. Seca-se entre duas folhas de mata-borrão branco e mergulha-se num pouco de éter até desaparecer a transparência que a terebentina lhe havia dado. Lava-se depois com espuma de sabão, coloca-se em água fria, secando- se depois pelo processo atrás referido. Em selos com cores muito fracas este processo não pode ser usado, dado que as cores podem ser alteradas.

 

Como restituir a cor primitiva a selos enegrecidos ?

Os selos de certos países como, por exemplo, o de 10 réis, violeta, de D. Carlos, emissão de 1982, são impressos em papel “couché”. Este papel contém alvaiade de Pb (chumbo), ficando enegrecido em presença de certas emanações sulfurosas. Assim, os selos desaparecem num fundo negro de Pb S (chumbo e enxonfre). Para restituir a cor primitiva basta mergulhar durante alguns minutos os selos enegrecidos num banho de H2 O2 (água oxigenada) a que se juntou uma pequena porção de NH3 (amoníaco). Depois lavam-se os selos em água pura ficando assim com a cor inicial.

 

Como avivar as tintas dos selos ?

“Os selos amarelecidos que, com o tempo, adquirem uma cor escura, podem voltar à cor primitiva depois de um banho de água fria onde se deite progressiva e lentamente um pouco de água oxigenada. Esta operação exige grande atenção. Um excesso daquela água queimaria o papel destruindo a cor. Em seguida lavar o selo em água fria e secar.”

 

Como evitar que a humidade afete os selos ?

Coloca-se um pires com carboneto de cálcio no lugar onde estão guardados os selos (armário, cofre, gaveta, etc), impedindo que a goma dos selos novos adira às folhas dos álbuns. Quando o carboneto de cálcio estiver saturado de água, substitui-se por novo.

 

Como limpar selos atacados pela telemicose ?

Para se tirar a pigmentação (erradamente chamada ferrugem) dos selos, mal que os ataca frequentemente, quando colocados em qualquer lugar húmido ou devido à qualidade da cola, procede-se do seguinte modo:
Dar banho, durante cinco minutos, com solução de permanganato de potássio a 2% em água e cinco minutos em solução de ácido cítrico a 16%.
Repetir a operação, se necessário, durante menos tempo.
Colocar duas gotas de água oxigenada (10 volumes) sobre o selo.
Lavar em água corrente com abundância e depois secar em mata-borrão.
(Fonte: “Princípios Básicos da Filatelia” – Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso)

Vamos contar-lhe um pouco da História do Selo

O Selo Postal é um veículo de enorme poder cultural e pedagógico, um fator de diálogo e convívio entre os homens, as organizações e até os países. Produzido aos milhões, chega ao contacto de um incontável número de pessoas de todas as classes sociais, de todos os países, sendo por isso um excelente meio de divulgação.

Até ao aparecimento dos selos, o sistema usado pelos nossos Correios era o das “Cartas” cujo porte, inscrito por meio de carimbos ou à mão, era pago (em dinheiro) pelos destinatários em função do peso, e a partir de março de 1801, também da distância. As “Cartas” colocadas nas caixas do correio recebiam nos Serviços um “carimbo nominal” que indicava o Correio expedidor e a “marca de porte” também denominada “selo fixo” ou seja a taxa a pagar pelos destinatários.

O sistema de portes pagos pelos destinatários tinha muitos inconvenientes. Por um lado, devido ao facto das tarifas serem cada vez mais caras, as pessoas que se correspondiam combinavam verdadeiros “truques” de tal modo que, com um simples relance pelo “envelope”, ficavam a conhecer o conteúdo da mensagem pelo que recusavam a carta negando-se a pagar o porte. Por outro lado, os carteiros de bolsos cheios de moedas resultantes da cobrança das tarifas não resistiam, por vezes, à tentação do roubo ou eram vítimas dos salteadores de estradas. O inglês Rowland Hill apercebendo-se das fraudes praticadas que poderiam comprometer os recursos da Coroa, propôs a sua grande Reforma publicando, em 1837, uma brochura intitulada “A Reforma dos Correios: sua importância e vantagens”. Pelo sistema dos “selos” (pequenos pedaços de papel indicando a importância do porte e recoberto no verso com uma camada de goma que, humedecida, permitia fixá-los nas costas das cartas) seria, futuramente, o remetente quem pagaria o porte.

Após complicadas e difíceis discussões, a Câmara dos Comuns votou, em agosto de 1839, o “ Penny Postage Act” que previa a tarifa uniforme de “Um Penny”. Estava criado o Selo Postal.

O primeiro selo a circular no mundo foi, assim, o “penny black” que representava a efígie da soberana reinante – Rainha Vitória – impressa a preto sobre fundo branco.

Em Portugal, passados treze anos após a emissão do primeiro selo adesivo, o Governo do Duque de Saldanha decidiu-se propor à Rainha D. Maria II a assinatura do famoso Decreto de 27 de outubro de 1852, que mandava entrar em vigor, a partir de 1 de julho de 1853, o novo sistema. Os primeiros selos portugueses têm como motivo a efígie da Rainha D. Maria II que era a Soberana reinante, tendo sido inspirado no projeto do já referido “penny black”.



(Fonte: “Princípios Básicos da Filatelia” – Eurico Carlos Esteves Lage Cardoso)

 

Conheça os sites do gupo CTT e o que cada um tem para lhe oferecer.

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